o que está dentro, em volta e algo mais. Contos, música, política, entretenimento, nesta ou em outra ordem, tanto faz.
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sábado, 5 de dezembro de 2015
Réchitégui alguma coisa
As mulheres que falam dos homens, são os os gays, lgbts (...) que falam dos héteros, são os católicos que falam do crentes, são os crentes que falam do umbandistas, são os coxinhas que falam dos petistas, brancos x negros, sulistas x nordestinos, pseudo meritocratas x cotistas, militares x pobres, militares x negros, militares x professores, militares x estudantes, militares x qualquer coisa que se mova, banqueiros x deixar de lucrar menos em nome do povo, opinadores de facebook x realidade...quase não sobra ânimo pra falar do hexa do meu time, da saudade que sinto de um amigo(a), do crescimento saudável da minha filha, do sorriso sincero, do abraço, do amor, família...eu não Thisisto.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Marginal Padrão
Se para a chamada sociedade de alto padrão, os meliantes, pobres e ladrões tem cara, cor e raça, os grandes ladrões também tem o seu perfil, muito " claro " de se ver.
Eles sempre tiveram regalias vindas desde terras de seus tataravós (vários) escravocratas, melhores colégios e faculdades e o que é pior, a certeza de saírem impunes perante tantas besteiras cometidas até a entrada na vida adulta. Chegando lá a coisa não é nada diferente devido a pouca troca de influência e poder nos âmbitos profissionais e sociais, ou seja, a populaça cresce mas quem manda são os mesmos. Notem quem são os mais tacanhos, reacionários, ladrões, verdadeiros malditos nessa vida...são racistas, homofóbicos, sexagenários, rabo preso e brancos ( se bem que vários deles jamais serão considerados assim fora do Brasil) mas isso é outra história! Q merda eeeuu ter q tocar neste assunto pois c não fosse a história, eu seria o racista! Mas tem muito mais coisa envolvida!
Eles sempre tiveram regalias vindas desde terras de seus tataravós (vários) escravocratas, melhores colégios e faculdades e o que é pior, a certeza de saírem impunes perante tantas besteiras cometidas até a entrada na vida adulta. Chegando lá a coisa não é nada diferente devido a pouca troca de influência e poder nos âmbitos profissionais e sociais, ou seja, a populaça cresce mas quem manda são os mesmos. Notem quem são os mais tacanhos, reacionários, ladrões, verdadeiros malditos nessa vida...são racistas, homofóbicos, sexagenários, rabo preso e brancos ( se bem que vários deles jamais serão considerados assim fora do Brasil) mas isso é outra história! Q merda eeeuu ter q tocar neste assunto pois c não fosse a história, eu seria o racista! Mas tem muito mais coisa envolvida!
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domingo, 21 de junho de 2015
E lá vamos nós...
...blablabla...pois estamos aqui só de passagem...o mais próximo da morte é a vida...pra morrer basta estar vivo...
Na verdade como a maioria da sociedade Ocidental, não somos "preparados para pensar ou aceitar" que a Morte seja uma passagem, um outro nível de consciência espiritual, uma espécia de débito de outra vida ou o que quer que seja...ao ir a um enterro, ver o caixão ainda aberto, com o corpo abaixo daquela rede (com as moscas que quase sempre começam a aparecer), aquele cheiro de flores (neste caso inconfundível), nos deparamos que o tempo venceu mais um ser vivo.
Na velhice, com suas costas cansadas, bicos de papagaio, bengalas, manias, tosses, breves esquecimentos de tudo, mais manias...percebo que é uma rotina sem volta do chamado...a Foice virá te pegar em breve (mas isso pode durar uns anos, infelizmente) e não estamos preparados para isso. Tanto, quem está indo (como tds nós diariamente) como pra quem fica!
Aprendizado e aceitação !!!
Na verdade como a maioria da sociedade Ocidental, não somos "preparados para pensar ou aceitar" que a Morte seja uma passagem, um outro nível de consciência espiritual, uma espécia de débito de outra vida ou o que quer que seja...ao ir a um enterro, ver o caixão ainda aberto, com o corpo abaixo daquela rede (com as moscas que quase sempre começam a aparecer), aquele cheiro de flores (neste caso inconfundível), nos deparamos que o tempo venceu mais um ser vivo.
Na velhice, com suas costas cansadas, bicos de papagaio, bengalas, manias, tosses, breves esquecimentos de tudo, mais manias...percebo que é uma rotina sem volta do chamado...a Foice virá te pegar em breve (mas isso pode durar uns anos, infelizmente) e não estamos preparados para isso. Tanto, quem está indo (como tds nós diariamente) como pra quem fica!
Aprendizado e aceitação !!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Então...
...tava sendo rastreado pela Infertilidade dos Sonhos
quase latifundiário de um mundo de abandono
demora tanto pra gente ver
o q a gente tem e o q a gente representa para o outro
mas depois q a gente sabe...naum tem retorno
quase latifundiário de um mundo de abandono
demora tanto pra gente ver
o q a gente tem e o q a gente representa para o outro
mas depois q a gente sabe...naum tem retorno
Quanto tempo faz q eu (quase) não sei mais ?
Fui um dos primeiros a ter um sampler em casa, pra fazer besteira, uso doméstico por assim dizer, como se fosse qualquer outra coisa. Ok, era do meu irmão mais velho mas lembro que assim que ele saía, lá ia eu pegar a Fonte na parte de cima do guarda roupa, pra começar a loopear o que era de meu interesse, entendimento, vontade na época...tipo arrotos, risadas, minha querida avó perguntando o que eu tava fazendo!
Poucos tempo depois, num show no Sesc Pompéia, me aproximo do palco no Intervalo pra ver o que o pessoal do Mulheres Negras tava usando e eu com cara de muleque (realmente deveria ter no máximo 14 anos), Theo Werneck, que na época era roadie dos caras e um dos músicos que eu mais gostava (banda Luni) me impediu de me aproximar do equipa dos caras...mal sabia ele que era algo que eu tinha em casa, na minha sala, no meu quarto, na minha vida!
Por mais que naquele tempo ter instrumentos de ponta fossem mais caros, muitas vezes eles corriam à margem de qualquer hype, por isso, com sorte, não eram tão caros quanto supostamente deveriam, dependia da saída do jornal Primeira Mão e também da fama que ele conquistaria de quem tinha a oportunidade de ter um primo ou tia de trazer dos EUA, por encomenda.
Hoje, com a Internet, saiu modelo x, pode-se pedir e com no máximo de 3 semanas, estará lá, na sua sala, no seu Home Teather, na sua Garage, na sua vida!
Acredito que com todas essas facilidades da Internet, com as trocas de informações, infindáveis softwares, instrumentos e possibilidades de se fazer uso da profissão/dom/teimosia/vocação, Músico, abriu-se tanto o leque, que tem que ter certeza que rumo se quer seguir.
Espero e juntarei força e disciplina pro tempo que resta do meu dia a dia pra gravar, da melhor maneira possível, vários sons que me habitam e mesmo que não tenha o meu ótimo e velhinho SK-1, estou amparado por muita coisa legal e que finalmente posso gravar com uma qualidade decente o que preciso.
Depois, quem sabe, darei emprego pra uns mané que acharam que ia apagar os presets dos sintetizador, só por olhar! Não sou tão rancoroso, a economia anda e a Arte é muito maior que isso!
Poucos tempo depois, num show no Sesc Pompéia, me aproximo do palco no Intervalo pra ver o que o pessoal do Mulheres Negras tava usando e eu com cara de muleque (realmente deveria ter no máximo 14 anos), Theo Werneck, que na época era roadie dos caras e um dos músicos que eu mais gostava (banda Luni) me impediu de me aproximar do equipa dos caras...mal sabia ele que era algo que eu tinha em casa, na minha sala, no meu quarto, na minha vida!
Por mais que naquele tempo ter instrumentos de ponta fossem mais caros, muitas vezes eles corriam à margem de qualquer hype, por isso, com sorte, não eram tão caros quanto supostamente deveriam, dependia da saída do jornal Primeira Mão e também da fama que ele conquistaria de quem tinha a oportunidade de ter um primo ou tia de trazer dos EUA, por encomenda.
Hoje, com a Internet, saiu modelo x, pode-se pedir e com no máximo de 3 semanas, estará lá, na sua sala, no seu Home Teather, na sua Garage, na sua vida!
Acredito que com todas essas facilidades da Internet, com as trocas de informações, infindáveis softwares, instrumentos e possibilidades de se fazer uso da profissão/dom/teimosia/vocação, Músico, abriu-se tanto o leque, que tem que ter certeza que rumo se quer seguir.
Espero e juntarei força e disciplina pro tempo que resta do meu dia a dia pra gravar, da melhor maneira possível, vários sons que me habitam e mesmo que não tenha o meu ótimo e velhinho SK-1, estou amparado por muita coisa legal e que finalmente posso gravar com uma qualidade decente o que preciso.
Depois, quem sabe, darei emprego pra uns mané que acharam que ia apagar os presets dos sintetizador, só por olhar! Não sou tão rancoroso, a economia anda e a Arte é muito maior que isso!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
A Anti-Meritocracia Brasileira
Quando você olha pra trás e segura a bolsa mais forte quando passo
mas me encara surpreso ou com raiva no ponto de ônibus quando estou no meu carro
Não reconhece o sangue das costas do meu bisavô que por um chicote foi açoitado
dizendo que “ lá fora “ foi diferente e que “aqui“ entendi tudo errado
Que “meu povo“ quer de “mão de beijada“ quando pede por Cotas
e acha “normal“ tantos mais Negros morrerem pela Rota
Ainda gosta de jogar Capoeira Angola em bairro burguês
mas não se importa de aprender bem longe de quem a fez
Acha que merece ter o que tem por “mérito“ dos seus Pais
não aceita mudar nada que possa mudar o seu conforto e seu ideais
Não me reconhece como igual
Não respeita minha família como tal
Não quer que nada mude
E luta ao envelhecer pra que continue tudo igual
Não adianta me chamar de revoltado...
te dei todas as chances, foi você que não aproveitou !
Obs: nenhuma revolta implícita (mesmo). Apenas dados coletados por mim no dia a dia! (MESMO)
mas me encara surpreso ou com raiva no ponto de ônibus quando estou no meu carro
Não reconhece o sangue das costas do meu bisavô que por um chicote foi açoitado
dizendo que “ lá fora “ foi diferente e que “aqui“ entendi tudo errado
Que “meu povo“ quer de “mão de beijada“ quando pede por Cotas
e acha “normal“ tantos mais Negros morrerem pela Rota
Ainda gosta de jogar Capoeira Angola em bairro burguês
mas não se importa de aprender bem longe de quem a fez
Acha que merece ter o que tem por “mérito“ dos seus Pais
não aceita mudar nada que possa mudar o seu conforto e seu ideais
Não me reconhece como igual
Não respeita minha família como tal
Não quer que nada mude
E luta ao envelhecer pra que continue tudo igual
Não adianta me chamar de revoltado...
te dei todas as chances, foi você que não aproveitou !
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
Aqui estou !!!
Foi um dos melhores Sábados da minha vida! Um 13 de mês 09, ano 14!
Agora sei que minha Cria necessita mais que meu Shure real. Ela quer que o Pai tenha tempo também para ligar o xlr na mesa, ou melhor, não interessa como mas que sua voz saia tão Alto quanto o Baixo do Pai.
E assim será!
Notas de Orgulho que vão muito além dos Bemois e Sustenidos!
Agora sei que minha Cria necessita mais que meu Shure real. Ela quer que o Pai tenha tempo também para ligar o xlr na mesa, ou melhor, não interessa como mas que sua voz saia tão Alto quanto o Baixo do Pai.
E assim será!
Notas de Orgulho que vão muito além dos Bemois e Sustenidos!
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domingo, 31 de agosto de 2014
Thanx, Frank!!!
Tem gente que fala e faz!
Saudades cada vez mais dessas pessoas.
Luz!!!
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Chute fraco ou Bola fora
O que era para ser realmente um espetáculo dentro do circo armado na abertura da Copa do Mundo, foi um apenas mais um momento de decepção. Digo um momento pois foi filmado apenas por meros 10 segundos e só. Tanto que é que tiveram que passar a imagem por várias vezes para mostrar ao publico o que aconteceu de fato.
Desde a primeira vez que ouvi falar sobre que o primeiro chute na Arena Corinthians seria dado por um paraplégico fiquei muito empolgado. Imaginei, que dariam espaço para uma conversa ou uma visão mais ampla (ao menos) para os estudos que estão sendo feitos com célula tronco, exoesqueletos e outros experimentos com a finalidade da melhoria de portadores de deficiência motora e física.
Lógico, que era pedir demais, ainda mais numa apresentação de Futebol, onde estão todos os melhores atletas, na sua melhor forma física, parar para ver um tetra (não campeão) mas um tetraplégico chutar uma bola.
Espero mas sem nenhuma esperança de que isso aconteça numa realidade próxima que o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e seus colegas, prossigam e informem suas conclusões tanto para revista Science quanto para o povo, que é tão interessado no assunto quanto qualquer cientista.
Pra mim, a Copa já começou com a bola murcha!
Foto: Reginaldo Castro/ Estadão Conteúdo
Desde a primeira vez que ouvi falar sobre que o primeiro chute na Arena Corinthians seria dado por um paraplégico fiquei muito empolgado. Imaginei, que dariam espaço para uma conversa ou uma visão mais ampla (ao menos) para os estudos que estão sendo feitos com célula tronco, exoesqueletos e outros experimentos com a finalidade da melhoria de portadores de deficiência motora e física.
Lógico, que era pedir demais, ainda mais numa apresentação de Futebol, onde estão todos os melhores atletas, na sua melhor forma física, parar para ver um tetra (não campeão) mas um tetraplégico chutar uma bola.
Espero mas sem nenhuma esperança de que isso aconteça numa realidade próxima que o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e seus colegas, prossigam e informem suas conclusões tanto para revista Science quanto para o povo, que é tão interessado no assunto quanto qualquer cientista.
Pra mim, a Copa já começou com a bola murcha!
Foto: Reginaldo Castro/ Estadão Conteúdo
sábado, 31 de maio de 2014
Tá errado mas pera lá
Não sou Ufanista e na verdade por ser Afro-brasileiro, fico bem longe disso, pois sem que esta é uma escolha ideológica de quem quer marcar território, pois tem medo, deve, não compartilha as coisas boas e aponta somente as coisas ruins, vindas, claro, do outro, o imigrante, o desconhecido, de outra nacionalidade, cor, credo, bandeira...
Agora, acho ridículo, mesmo dado ao momento político-social-eleitoral que estamos vivendo, misturar tanta coisa, sempre depreciando, quer queira ou não, o nosso País.
Quase nunca vejo o Samba, que está nas nossas raízes brasileiras, tenha você a cor dos olhos que tiver, ser colocado como uma coisa benéfica ou simplesmente como algo que faz parte de nossa riqueza cultural sem estereótipos que como um todo são sempre ridículos.
Quer falar de modismos como Lepo Lepo, ok, mas misturar Samba com Bunda, Rolezinho, Assalto, Impunidade é ridículo, é baixo, é classicista, é racista, é burro!!!
Vai vender sua camiseta pra burguês, otários !!!
Agora, acho ridículo, mesmo dado ao momento político-social-eleitoral que estamos vivendo, misturar tanta coisa, sempre depreciando, quer queira ou não, o nosso País.
Quase nunca vejo o Samba, que está nas nossas raízes brasileiras, tenha você a cor dos olhos que tiver, ser colocado como uma coisa benéfica ou simplesmente como algo que faz parte de nossa riqueza cultural sem estereótipos que como um todo são sempre ridículos.
Quer falar de modismos como Lepo Lepo, ok, mas misturar Samba com Bunda, Rolezinho, Assalto, Impunidade é ridículo, é baixo, é classicista, é racista, é burro!!!
Vai vender sua camiseta pra burguês, otários !!!
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Wu Tang Forever - work of art
Fato é o que o tempo passou e os caras já passaram por todos os estágios que o Hip Hop proporcionou até hoje e muito disso é porque eles foram atrás de outras coisas insanas, como esssa "Obra de Arte". Detalhe: apenas uma peça será feita e antes de ser vendida ela rodará por Museus (alo Masp !!!) pra gente poder dar uma apreciada nas pedradas.
Se vc sabe um pouco de inglês, veja pelo correspondente da Forbes, aqui: http://www.forbes.com/sites/zackomalleygreenburg/2014/05/06/unlocking-the-wu-tang-clans-secret-album-in-morocco/
Se vc não gosta tanto quanto eu mas sabe que os caras são responsa e quer ficar antenado, dê uma olhada no que peguei do Brainstorm#9:
A incrível facilidade de acesso à música nos últimos anos, com arquivos mp3 circulando facilmente pela rede, seja pelos meios legais ou ilegais, pode ter diminuído um pouco o valor da arte musical, transformando os álbuns em quase que commodities do entretenimento.
Por isso que a iniciativa do grupo de hip hop Wu-Tang Clan chama tanto a atenção – eles irão lançar uma única cópia do seu mais novo álbum, ‘The Wu – Once Upon A Time in Shaolin’, que será vendido como item de luxo, com preço estimado ‘na casa dos milhões’. O disco virá dentro de uma caixa feita de prata e níquel, criada pelo artista britânico-marroquino Yahya, com o claro intuito de fazer a experiência ser a mesma da aquisição de um original de Picasso ou Rembrandt. “Será como ter o cetro de um rei Egípcio”, gaba-se Robert ‘RZA’ Diggs, membro do Wu-Tang Chan, em entrevista à Forbes.
O DISCO IRÁ RODAR POR MUSEUS, GALERIAS E FESTIVAIS, ONDE O PÚBLICO PODERÁ PAGAR INGRESSOS ENTRE 30 E 50 DÓLARES PARA OUVIR AS CANÇÕES.
Antes da venda dessa unidade exclusivíssima, o disco irá rodar por museus, galerias e festivais, onde o público poderá pagar ingressos entre 30 e 50 dólares para ouvir as canções desse álbum único – sempre usando fones de ouvido, como uma forma de garantir que não haverá pirataria (!).
Apesar da ousada iniciativa de manter esse álbum ‘longe’ do alcance do público em geral, o Wu-Tang Chan deve fazer o lançamento simultâneo de outro disco, intitulado ‘A Better Tomorrow’, esse sim feito do jeito tradicional, disponível para compra por apenas algumas dezenas de dólares.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
I am not alone
Essa guitarra/relíquia moderna me foi dada por um das pessoas mais incríveis que conheci nesta passagem de vida, o saudoso, Adauri!
Me lembro que quando saímos de um estúdio na Vila Madalena que por sinal era a um quarteirão a frente de onde meu pai mora hoje, entramos no carro, depois de ensaiarmos com um de nossos projetos musicais, o Adauris me apresenta o Fela Kuti (em cd) mas ele tinhas alguns discos dele em casa. Enfim...essa só foi uma das grandes novas, até então, direções culturais que ele me passou.
Com maior orgulho possuo um modelo desse instrumento que me foi deixado/direcionado que vi que alguém fez o review na net. Independente de concordar, sou um dos poucos que tem uma dessa pra tocar.
One particular model that has been quietly gaining attention is the Fernandes Nomad. It is similar but not identical to the Fernandes Zo-3 in Japan. Fernandes ships only one Nomad model to the US, with 4 variances on the color and graphics. In Japan, there are 8 distinct Zo-3 models, including Zo basses!
Some of the early (pre-Nomad) Zo-3 versions made it over to the States, and I would like to introduce 2 identical versions of the Zo-3 to you, and I'll take you on a fun walk with this guitar!
Fernandes Zo-3, in original light blue (with matching Fender-style blue volume knob!)
Overview
The Zo-3 is a short-scale travel/practice electric guitar:
Performance
My wife found an "original" Zo-3 in light blue, and another identical Zo-3 in light pink. We bought both of them, and I immediately discovered, upon holding the Zo-3 that this was no "student" or lower quality model. I also bought a newer Nomad US version in black.
This is a professional instrument that is truly designed as a backstage, easy access travel, practice or student guitar for anyone, from beginner to pro. It will fit in an overhead airline compartment and the padded gig bag has shoulder straps, making this a very easy guitar to transport. The quality of the fretwork, neck, and assembly is also impressive for the price of this guitar. The action is very low and NO fret buzz. The 14" radius fretboard assists the set-up with this low action capability.
The unique headstock shape is set up with a single string tree for the 1st and 2nd strings. I was wondering just what was on the minds of the designer of this model, as I didn't think the shape of the body and headstock were simply random. It turns out that the name Zo means elephant, and a view from a few feet away confirms that this guitar does somewhat resemble an elephant in a kind of a Picasso-style of visual interpretation. The built-in speaker represents the eye of the elephant, and the neck looks like the trunk!
The blue and pink Zo models are straight-ahead electronic set ups that are easy to work when using in practice mode, or through an outboard amplifier via the 1/4" jack. The mini switch activates the internal amplifier and turns on the red LED to indicate you are on internal mode. When you insert a cable into the output jack, the internal amp is automatically bypassed. You operate the guitar like a standard electric guitar and use the onboard volume control to adjust the output level. When you remove the back plate covering the internal speaker and electronics, you notice the selection of high-quality components. Fernandes also supplies some little assembly extras, such as foam pieces set around the speaker to avoid vibration and give added protection from the surrounding electronics.
Fernandes offers a wide variety of configurations, and my black US Nomad has a slight variation as follows: The volume control now has a off/on click in the "0" position. Turning the volume control forward turns the internal amplifier to the ON mode, and the red LED lights to indicate power is on. The mini 2-way switch is now a distortion mode switch on this model, with a clean and overdrive selection. Fernandes has 3 trim pots on the internal circuit board that can be adjusted to set the master volume, normal and overdrive modes. The other change is the addition of a second 1/8" output jack that is intended for a set of headphones for private practice. Perhaps it may be my version, but when you insert a 1/4" cable for play through an external amp, the volume control does not go to a full "off" mode, and basically stays in an amplified version of the practice mode. Consequently, this guitar does not fully transform from a practice/travel guitar to a stage adaptable version with the same ease as the Zo Japanese original. Of course, this guitar was designed with travel/impulse use in between sessions with your performance guitars. I would assume that Fernandes was trying to continue to develop this guitar as an ultimate practice guitar, and not try and compete with the full size performance guitars.
The sonic quality of the built-in amp on the Zo-3 is louder and cleaner than I expected - a good basic amp that will give the player a noise-free, clean, honest response with enough power that will not hide or color a player's style. As a practice guitar set-up with the built-in amp, it's perfect for private practice sessions, or small gatherings where an outboard amp is not practical or available. It does what was intended, with cool styling that will turn a lot of heads. If I were to suggest any upgrade to the Nomad/Zo, I might suggest a second pickup for more tone variety - either a small single coil near the neck, OR the addition of a piezo pickup for some acoustic sounds and electric/acoustic blends! In Japan, they offer magnetic pickups, OR piezo, but not both on the same Zo guitar.
Seek out and consider adding this guitar to your collection. The Japanese Zo-3 will have a strat-type volume control that matches the color of the body in most cases. The American Nomad will generally use a smaller nickel chrome volume knob. The Fernandes decals are also different on the Japanese and the American versions. (the Zo-3 headstock is pictured with a light blue color, and the Nomad is pictured with a black color finished headstock)
Me lembro que quando saímos de um estúdio na Vila Madalena que por sinal era a um quarteirão a frente de onde meu pai mora hoje, entramos no carro, depois de ensaiarmos com um de nossos projetos musicais, o Adauris me apresenta o Fela Kuti (em cd) mas ele tinhas alguns discos dele em casa. Enfim...essa só foi uma das grandes novas, até então, direções culturais que ele me passou.
Com maior orgulho possuo um modelo desse instrumento que me foi deixado/direcionado que vi que alguém fez o review na net. Independente de concordar, sou um dos poucos que tem uma dessa pra tocar.
REVIEW: Fernandes ZO-3 Series Guitar (Japanese version of the US import Nomad)
I have always been distantly fascinated by the so-called "travel" or "practice" electric guitars. These always appeared to be marketed as somewhat lower quality than the full-sized guitars we take on stage. I would look at them in the catalogs or on the wall at a guitar shop, but I never desired to play one. In my full-time band touring days, I would have loved to have had a high-quality guitar that was easy to play backstage or in a car. Some travel guitars carry a prestige manufacturer brand name, but by the look and price, they are not the same quality of the main product brand line. The Fernandes Zo-3 is different, however. It features good looks and high quality in a short-scale travel guitar. In case you aren't aware, Fernandes is a Japanese guitar maker who started making guitars in 1969 and entered the US market in 1992. We first saw their guitars as Les Paul and Strat copies in very fine detailed versions that caught a lot of attention. They evolved into what we see today on their website, http://www.fernandesguitars.com/, and their Japanese site, http://www.fernandes.co.jp/. They are a supurb guitar manufacturer with their own unique models. Fernandes owns a legendary status as a great guitar with an affordable price. Their quality rivals the top names. They market one exclusive product, theSustainer, that is available on many of their models, as well as in kit form for installation into other guitars. Fernandes does not have the market penetration luxury that the big names do. Even in the large Chicago market where I reside, the existing Fernandes dealers are small retailers with limited inventory. The large online dealers display nearly all models, so when buying a new Fernandes, this may be your better option until they gain a stronger local dealer base.
One particular model that has been quietly gaining attention is the Fernandes Nomad. It is similar but not identical to the Fernandes Zo-3 in Japan. Fernandes ships only one Nomad model to the US, with 4 variances on the color and graphics. In Japan, there are 8 distinct Zo-3 models, including Zo basses!
Some of the early (pre-Nomad) Zo-3 versions made it over to the States, and I would like to introduce 2 identical versions of the Zo-3 to you, and I'll take you on a fun walk with this guitar!
Fernandes Zo-3, in original light blue (with matching Fender-style blue volume knob!)
Overview
The Zo-3 is a short-scale travel/practice electric guitar:
- 24" scale
- 22 frets
- 14" flat radius fretboard
- One humbucking Fernandes pickup
- Single volume knob
- Alder body
- Fixed, string-thru body adjustable bridge
- On-board 5 watt amplifier, 9v battery powered
On/Off internal amp switch
- Built in 4" speaker hidden behind a black metal grille
- Maple neck with mahogany fretboard
- "Moon" fret markers on fretboard
- Small side fret "dot" inlay markers
- Single 1/4" output jack in bottom side portion of guitar (Les Paul-type position) with auto bypass of internal amp for use with outboard amplifier
- Medium frets
- Wedge-shaped padded gig bag
This particular model has a mahogany fretboard with a very dark wood, resembling ebony!
Performance
I had only read about the Nomad, but I did not prefer 3 out of the 4 finishes they offer in the US: Black, Flames, UK flag, US flag. (I like the look of the black finish over the other 3 finishes) My wish is that they would offer the US market the full Japanese line, as this guitar has multi-demographic appeal. I discovered via Ebay and similar sites, that the Japanese version, the Zo-3, has been available in Japan for many years.
The current Japanese only versions are:
The current Japanese only versions are:
- Zo-3, basic single humbucker pickup
- Zo-3A, piezo only pickup
- Zo-3ST, one single coil pickup, tremelo, fender-style pickguard, maple fretboard
- Zo-3 '11, single humbucking pickup, tremelo, NOMAD-style electronics (volume control/power switch, 2 way distortion control mini-switch)
- Zo-3 Signature - Hello Kitty, Nakoi, Takuma, etc
- Zo-3 PIE, Piezo guitar and bass models
- Digi-Zo ULT, a Zo-3 with multiple on-board effects
- Digi-Zo Hyper, a Zo-3 with even more on-board effects
- Each of these models has numerous finishes available for their Japanese buyers, from opaque colors to natural finishes and sunbursts, with and without body-edge binding.
This is a professional instrument that is truly designed as a backstage, easy access travel, practice or student guitar for anyone, from beginner to pro. It will fit in an overhead airline compartment and the padded gig bag has shoulder straps, making this a very easy guitar to transport. The quality of the fretwork, neck, and assembly is also impressive for the price of this guitar. The action is very low and NO fret buzz. The 14" radius fretboard assists the set-up with this low action capability.
The sound of the Zo is typical of a single humbucker at-the-bridge position style guitar, with an acceptable, but not outstanding responsive sound through an outboard amplifier. However, I cranked up my Zo through a Line 6 Flextone set on Mesa Boogie Rectifier, and this little guitar wailed with a Gibson-like 24" scale "yaw" sound in a distorted tone, and delivered a full chimey shimmer when playing cleaner chords. The Zo-3 has its guitar strap buttons at the base of the guitar and on the backside of the headstock. It is not balanced as it should be. When the Nomad version became available in the US, the strap button was moved to the top of the body right behind the neck joint, and the balance while the player is in the standing position has been greatly improved.
Fernandes offers a wide variety of configurations, and my black US Nomad has a slight variation as follows: The volume control now has a off/on click in the "0" position. Turning the volume control forward turns the internal amplifier to the ON mode, and the red LED lights to indicate power is on. The mini 2-way switch is now a distortion mode switch on this model, with a clean and overdrive selection. Fernandes has 3 trim pots on the internal circuit board that can be adjusted to set the master volume, normal and overdrive modes. The other change is the addition of a second 1/8" output jack that is intended for a set of headphones for private practice. Perhaps it may be my version, but when you insert a 1/4" cable for play through an external amp, the volume control does not go to a full "off" mode, and basically stays in an amplified version of the practice mode. Consequently, this guitar does not fully transform from a practice/travel guitar to a stage adaptable version with the same ease as the Zo Japanese original. Of course, this guitar was designed with travel/impulse use in between sessions with your performance guitars. I would assume that Fernandes was trying to continue to develop this guitar as an ultimate practice guitar, and not try and compete with the full size performance guitars.
The sonic quality of the built-in amp on the Zo-3 is louder and cleaner than I expected - a good basic amp that will give the player a noise-free, clean, honest response with enough power that will not hide or color a player's style. As a practice guitar set-up with the built-in amp, it's perfect for private practice sessions, or small gatherings where an outboard amp is not practical or available. It does what was intended, with cool styling that will turn a lot of heads. If I were to suggest any upgrade to the Nomad/Zo, I might suggest a second pickup for more tone variety - either a small single coil near the neck, OR the addition of a piezo pickup for some acoustic sounds and electric/acoustic blends! In Japan, they offer magnetic pickups, OR piezo, but not both on the same Zo guitar.
I play this guitar daily, and its small size makes it easy to leave out in a room to make a quick practice session very convenient. Fernandes has also priced this guitar in an affordable range, less than $500 new, and used street prices find the Japanese Zo-3 guitar selling in the $150 to $200 range, while the American Nomad version sells in the $200 to $400 range This is a much higher quality guitar than the price would indicate!
As most musicians, I will continue the never ending quest of adding another guitar to my musical instrument collection. My goal for the future is to to obtain the full sized Fernandes Dragonfly with Sustainer.....(Hope my wife doesn't find out!)
John W. Sather
aka: jwsoundguy
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
Viva o Mussum

Dos 4 Trapalhões, pra mim, ele era o cara mais engraçado e mesmo que hoje esse humor seria julgado políticamente incorreto é bem melhor de tudo que tem por aí.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
458 Anos depois (toma essa)
Sou Paulistano, amo minha cidade e tudo o que ela proporciona para os que querem crescer como pessoas, com suas famílias e comunidade mas as vezes as coisas ficam mais complicadas do que imaginamos.
Esta foto (Marcio Fernandes/Agência Estado) resume muito do sentimento do povo paulista que paga seus impostos e não tem retorno quase que nenhum de seus "comandantes", entenda-se governo e prefeitura.
O tumulto ocorrido horas atrás, perto do marco zero da cidade, mostra o descontentamento transparente e impossível de se continuar, com a gestão de nosso "querido" prefeito, Gilberto Kassab, que pode tentar se reinventar fazendo uma nova legenda partidária mas a gente sabe que o pensamento é o mesmo, vide Arena, PDS, PFL, DEM.
Não concordo com violência mas essa foto, Kassab, é igual a sua praticada por desapropriar faoamílias que não tem onde morar, não dar a assitência correta para viciados em crack no centro, por implantar uma passagem de 3 Reais, numa frota velha, sem horário e suja.
Então...toma essa! Merecidamente!
Esta foto (Marcio Fernandes/Agência Estado) resume muito do sentimento do povo paulista que paga seus impostos e não tem retorno quase que nenhum de seus "comandantes", entenda-se governo e prefeitura.
O tumulto ocorrido horas atrás, perto do marco zero da cidade, mostra o descontentamento transparente e impossível de se continuar, com a gestão de nosso "querido" prefeito, Gilberto Kassab, que pode tentar se reinventar fazendo uma nova legenda partidária mas a gente sabe que o pensamento é o mesmo, vide Arena, PDS, PFL, DEM.
Não concordo com violência mas essa foto, Kassab, é igual a sua praticada por desapropriar faoamílias que não tem onde morar, não dar a assitência correta para viciados em crack no centro, por implantar uma passagem de 3 Reais, numa frota velha, sem horário e suja.
Então...toma essa! Merecidamente!
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domingo, 4 de dezembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Assim fica fácil
Quando se é é um RapStar, as coisas ficam realmente muito mais fáceis, bem diferente do que acontece com as "celebridades" que aparecem aos montes em nossas Tv's ultimamente.
Só espero que o "Real Ronaldo" não meta uma mala em cima do "(di.ou.dãbou.gi)" pra dar um autógrafo. Biiiatche !!!
domingo, 9 de outubro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
E assim Escravizou ZARAtustra
Pegou muito mal a ZARA® cobrar tão caro na etiqueta e ainda fazer isso: bit.ly/rtiztC
Pronto falei!
Pronto falei!
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sábado, 23 de julho de 2011
Goodbye Amy

Não interessa se foi de overdose ou se ela escorregou na banheira e bateu a cabeça...o que importa é que mais uma ótima cantora se vai do nosso convívio.R.I.P.
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