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sábado, 5 de dezembro de 2015

Réchitégui alguma coisa

As mulheres que falam dos homens,  são os os gays, lgbts (...) que falam dos héteros, são os católicos que falam do crentes, são os crentes que falam do umbandistas, são os coxinhas que falam dos petistas, brancos x negros, sulistas x nordestinos, pseudo meritocratas x cotistas,  militares x pobres, militares x negros, militares x professores, militares x estudantes, militares x qualquer coisa que se mova, banqueiros x deixar de lucrar menos em nome do povo, opinadores de facebook x realidade...quase não sobra ânimo pra falar do hexa do meu time, da saudade que sinto de um amigo(a), do crescimento saudável da minha filha, do sorriso sincero, do abraço, do amor, família...eu não Thisisto.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Marginal Padrão

Se para a chamada sociedade de alto padrão, os meliantes, pobres e ladrões tem cara, cor e raça, os grandes ladrões também tem o seu perfil, muito " claro " de se ver.
Eles sempre tiveram regalias vindas desde terras de seus tataravós (vários) escravocratas, melhores colégios e faculdades e o que é pior, a certeza de saírem impunes perante tantas besteiras cometidas até a entrada na vida adulta. Chegando lá a coisa não é nada diferente devido a pouca troca de influência e poder nos âmbitos profissionais e sociais, ou seja, a populaça cresce  mas quem manda são os mesmos. Notem quem são os mais tacanhos, reacionários, ladrões, verdadeiros malditos nessa vida...são racistas, homofóbicos, sexagenários, rabo preso e brancos ( se bem que vários deles jamais serão considerados assim fora do Brasil) mas isso é outra história! Q merda eeeuu ter q tocar neste assunto pois c não fosse a história, eu seria o racista! Mas tem muito mais coisa envolvida!

domingo, 21 de junho de 2015

E lá vamos nós...

...blablabla...pois estamos aqui só de passagem...o mais próximo da morte é a vida...pra morrer basta estar vivo...
Na verdade como a maioria da sociedade Ocidental, não somos "preparados para pensar ou aceitar" que a Morte seja uma passagem, um outro nível de consciência espiritual, uma espécia de débito de outra vida ou o que quer que seja...ao ir a um enterro, ver o caixão ainda aberto, com o corpo abaixo daquela rede (com as moscas que quase sempre começam a aparecer), aquele cheiro de flores (neste caso inconfundível), nos deparamos que o tempo venceu mais um ser vivo.
Na velhice, com suas costas cansadas, bicos de papagaio, bengalas, manias, tosses, breves esquecimentos de tudo, mais manias...percebo que é uma rotina sem volta do chamado...a Foice virá te pegar em breve (mas isso pode durar uns anos, infelizmente) e não estamos preparados para isso. Tanto, quem está indo (como tds nós diariamente) como pra quem fica!
Aprendizado e aceitação !!!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

E assim são os dias...

...parece que quase sempre espirrando sangue da tela da Tv, explorando o que há de pior no que pode se chamar de ser humano...independente do que se viveu, sentiu, brincou, comeu, bebeu ou foi privado de tudo isso porque o que importa e está nas Manchetes não é recuperação do indivíduo e sim e unicamente a exploração de algo que era pra ter sido de uma maneira bem diferente.
Mas sigo confiante que  o processo é lento e doloroso mas pode dar certo pra quem construir e acreditar num amanhã melhor. Q piegas mas verdadeiro!!!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Então...

...tava sendo rastreado pela Infertilidade dos Sonhos
quase latifundiário de um mundo de abandono
demora tanto pra gente ver
o q a gente tem e o q a gente representa para o outro
mas depois q a gente sabe...naum tem retorno

Quanto tempo faz q eu (quase) não sei mais ?

Fui um dos primeiros a ter um sampler em casa, pra fazer besteira, uso doméstico por assim dizer, como se fosse qualquer outra coisa. Ok, era do meu irmão mais velho mas lembro que assim que ele saía, lá ia eu pegar a Fonte na parte de cima do guarda roupa, pra começar a loopear o que era de meu interesse, entendimento, vontade na época...tipo arrotos, risadas, minha querida avó perguntando o que eu tava fazendo!



Poucos tempo depois, num show no Sesc Pompéia, me aproximo do palco no Intervalo pra ver o que o pessoal do Mulheres Negras tava usando e eu com cara de muleque (realmente deveria ter no máximo 14 anos), Theo Werneck, que na época era roadie dos caras e um dos músicos que eu mais gostava (banda Luni) me impediu de me aproximar do equipa dos caras...mal sabia ele que era algo que eu tinha em casa, na minha sala, no meu quarto, na minha vida!

Por mais que naquele tempo ter instrumentos de ponta fossem mais caros, muitas vezes eles corriam à margem de qualquer hype, por isso, com sorte, não eram tão caros quanto supostamente deveriam, dependia da saída do jornal Primeira Mão e também da fama que ele conquistaria de quem tinha a oportunidade de ter um primo ou tia de trazer dos EUA, por encomenda.

Hoje, com a Internet, saiu modelo x, pode-se pedir e com no máximo de 3 semanas, estará lá, na sua sala, no seu Home Teather, na sua Garage, na sua vida!

Acredito que com todas essas facilidades da Internet, com as trocas de informações, infindáveis softwares, instrumentos e possibilidades de se fazer uso da profissão/dom/teimosia/vocação, Músico, abriu-se tanto o leque, que tem que ter certeza que rumo se quer seguir.

Espero e juntarei força e disciplina pro tempo que resta do meu dia a dia pra gravar, da melhor maneira possível, vários sons que me habitam e mesmo que não tenha o meu ótimo e velhinho SK-1, estou amparado por muita coisa legal e que finalmente posso gravar com uma qualidade decente o que preciso.

Depois, quem sabe, darei emprego pra uns mané que acharam que ia apagar os presets dos sintetizador, só por olhar! Não sou tão rancoroso, a economia anda e a Arte é muito maior que isso!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A Anti-Meritocracia Brasileira

Quando você olha pra trás e segura a bolsa mais forte quando passo
mas me encara surpreso ou com raiva no ponto de ônibus quando estou no meu carro
Não reconhece o sangue das costas do meu bisavô que por um chicote foi açoitado
dizendo que “ lá fora “ foi diferente e que “aqui“ entendi tudo errado
Que “meu povo“ quer de “mão de beijada“ quando pede por Cotas
e acha “normal“ tantos mais Negros morrerem pela Rota
Ainda gosta de jogar Capoeira Angola em bairro burguês
mas não se importa de aprender bem longe de quem a fez
Acha que merece ter o que tem por “mérito“ dos seus Pais
não aceita mudar nada que possa mudar o seu conforto e seu ideais
Não me reconhece como igual
Não respeita minha família como tal
Não quer que nada mude
E luta ao envelhecer pra que continue tudo igual
Não adianta me chamar de revoltado...
te dei todas as chances, foi você que não aproveitou !

Obs: nenhuma revolta implícita (mesmo). Apenas dados coletados por mim no dia a dia! (MESMO)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Chute fraco ou Bola fora

O que era para ser realmente um espetáculo dentro do circo armado na abertura da Copa do Mundo, foi um apenas mais um momento de decepção. Digo um momento pois foi filmado apenas por meros 10 segundos e só. Tanto que é que tiveram que passar a imagem por várias vezes para mostrar ao publico o que aconteceu de fato.
Desde a primeira vez que ouvi falar sobre que o primeiro chute na Arena Corinthians seria dado por um paraplégico fiquei muito empolgado. Imaginei, que dariam espaço para uma conversa ou uma visão mais ampla (ao menos) para os estudos que estão sendo feitos com célula tronco, exoesqueletos e outros experimentos com a finalidade da melhoria de portadores de deficiência motora e física.
Lógico, que era pedir demais, ainda mais numa apresentação de Futebol, onde estão todos os melhores atletas, na sua melhor forma física, parar para ver um tetra (não campeão) mas um tetraplégico chutar uma bola.
Espero mas sem nenhuma esperança de que isso aconteça numa realidade próxima que o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e seus colegas, prossigam e informem suas conclusões tanto para revista Science quanto para o povo, que é tão interessado no assunto quanto qualquer cientista.
Pra mim, a Copa já começou com a bola murcha!

Foto: Reginaldo Castro/ Estadão Conteúdo

sábado, 31 de maio de 2014

Tá errado mas pera lá

Não sou Ufanista e na verdade por ser Afro-brasileiro, fico bem longe disso, pois sem que esta é uma escolha ideológica de quem quer marcar território, pois tem medo, deve, não compartilha as coisas boas e aponta somente as coisas ruins, vindas, claro, do outro, o imigrante, o desconhecido, de outra nacionalidade, cor, credo, bandeira...
Agora, acho ridículo, mesmo dado ao momento político-social-eleitoral que estamos vivendo, misturar tanta coisa, sempre depreciando, quer queira ou não, o nosso País.
Quase nunca vejo o Samba, que está nas nossas raízes brasileiras, tenha você a cor dos olhos que tiver, ser colocado como uma coisa benéfica ou simplesmente como algo que faz parte de nossa riqueza cultural sem estereótipos que como um todo são sempre ridículos.
Quer falar de modismos como Lepo Lepo, ok, mas misturar Samba com Bunda, Rolezinho, Assalto, Impunidade é ridículo, é baixo, é classicista, é racista, é burro!!!
Vai vender sua camiseta pra burguês, otários !!!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

I am not alone

Essa guitarra/relíquia moderna me foi dada por um das pessoas mais incríveis que conheci nesta passagem de vida, o saudoso, Adauri!
Me lembro que quando saímos de um estúdio na Vila Madalena que por sinal era a um quarteirão a frente de onde meu pai mora hoje, entramos no carro, depois de ensaiarmos com um de nossos projetos musicais, o Adauris me apresenta o Fela Kuti (em cd) mas ele tinhas alguns discos dele em casa. Enfim...essa só foi uma das grandes novas, até então, direções culturais que ele me passou.
Com maior orgulho possuo um modelo desse instrumento que me foi deixado/direcionado que vi que alguém fez o review na net. Independente de concordar, sou um dos poucos que tem uma dessa pra tocar.

REVIEW: Fernandes ZO-3 Series Guitar (Japanese version of the US import Nomad)

I have always been distantly fascinated by the so-called "travel" or "practice" electric guitars.  These always appeared to be marketed as somewhat lower quality than the full-sized guitars we take on stage.  I would look at them in the catalogs or on the wall at a guitar shop, but I never desired to play one.  In my full-time band touring days, I would have loved to have had a high-quality guitar that was easy to play backstage or in a car.  Some travel guitars carry a prestige manufacturer brand name, but by the look and price, they are not the same quality of the main product brand line. The Fernandes Zo-3 is different, however.  It features good looks and high quality in a short-scale travel guitar.  In case you aren't aware, Fernandes is a Japanese guitar maker who started making guitars in 1969 and entered the US market in 1992.  We first saw their guitars as Les Paul and Strat copies in very fine detailed versions that caught a lot of attention.  They evolved into what we see today on their website, http://www.fernandesguitars.com/, and their Japanese site, http://www.fernandes.co.jp/.  They are a supurb guitar manufacturer with their own unique models. Fernandes owns a legendary status as a great guitar with an affordable price. Their quality rivals the top names.  They market one exclusive product, theSustainer, that is available on many of their models, as well as in kit form for installation into other guitars.  Fernandes does not have the market penetration luxury that the big names do.  Even in the large Chicago market where I reside, the existing Fernandes dealers are small retailers with limited inventory. The large online dealers display nearly all models, so when buying a new Fernandes, this may be your better option until they gain a stronger local dealer base.

One particular model that has been quietly gaining attention is the Fernandes Nomad. It is similar but not identical to the Fernandes Zo-3 in Japan.  Fernandes ships only one Nomad model to the US, with 4 variances on the color and graphics.  In Japan, there are 8 distinct Zo-3 models, including Zo basses!  

Some of the early (pre-Nomad) Zo-3 versions made it over to the States, and I would like to introduce 2 identical versions of the Zo-3 to you, and I'll take you on a fun walk with this guitar!

Fernandes Zo-3, in original light blue (with matching Fender-style blue volume knob!)




Overview
The Zo-3 is a short-scale travel/practice electric guitar:
  • 24" scale
  • 22 frets
  • 14" flat radius fretboard
  • One humbucking Fernandes pickup
  • Single volume knob
  • Alder body
  • Fixed, string-thru body adjustable bridge
  • On-board 5 watt amplifier, 9v battery powered

  • On/Off internal amp switch
  • Built in 4" speaker hidden behind a black metal grille
  • Maple neck with mahogany fretboard
  • "Moon" fret markers on fretboard
  • Small side fret "dot" inlay markers
  • Single 1/4" output jack in bottom side portion of guitar (Les Paul-type position) with auto bypass of internal amp for use with outboard amplifier
  • Medium frets
  • Wedge-shaped padded gig bag



This particular model has a mahogany fretboard with a very dark wood, resembling ebony!




Performance
I had only read about the Nomad, but I did not prefer 3 out of the 4 finishes they offer in the US: Black, Flames, UK flag, US flag. (I like the look of the black finish over the other 3 finishes) My wish is that they would offer the US market the full Japanese line, as this guitar has multi-demographic appeal.  I discovered via Ebay and similar sites, that the Japanese version, the Zo-3, has been available in Japan for many years.  

The current Japanese only versions are:
  • Zo-3, basic single humbucker pickup
  • Zo-3A, piezo only pickup
  • Zo-3ST, one single coil pickup, tremelo, fender-style pickguard, maple fretboard
  • Zo-3 '11, single humbucking pickup, tremelo, NOMAD-style electronics (volume control/power switch, 2 way distortion control mini-switch)
  • Zo-3 Signature - Hello Kitty, Nakoi, Takuma,  etc
  • Zo-3 PIE, Piezo guitar and bass models
  • Digi-Zo ULT, a Zo-3 with multiple on-board effects
  • Digi-Zo Hyper, a Zo-3 with even more on-board effects
  • Each of these models has numerous finishes available for their Japanese buyers, from opaque colors to natural finishes and sunbursts, with and without body-edge binding.
My wife found an "original" Zo-3 in light blue, and another identical Zo-3 in light pink. We bought both of them, and I immediately discovered, upon holding the Zo-3 that this was no "student" or lower quality model. I also bought a newer Nomad US version in black.


This is a professional instrument that is truly designed as a backstage, easy access travel, practice or student guitar for anyone, from beginner to pro.  It will fit in an overhead airline compartment and the padded gig bag has shoulder straps, making this a very easy guitar to transport.  The quality of the fretwork, neck, and assembly is also impressive for the price of this guitar.  The action is very low and NO fret buzz.  The 14" radius fretboard assists the set-up with this low action capability.  


The unique headstock shape is set up with a single string tree for the 1st and 2nd strings.  I was wondering just what was on the minds of the designer of this model, as I didn't think the shape of the body and headstock were simply random.  It turns out that the name Zo means elephant, and a view from a few feet away confirms that this guitar does somewhat resemble an elephant in a kind of a Picasso-style of visual interpretation. The built-in speaker represents the eye of the elephant, and the neck looks like the trunk!





The sound of the Zo is typical of a single humbucker at-the-bridge position style guitar, with an acceptable, but not outstanding responsive sound through an outboard amplifier.  However, I cranked up my Zo through a Line 6 Flextone set on Mesa Boogie Rectifier, and this little guitar wailed with a Gibson-like 24" scale "yaw" sound in a distorted tone, and delivered a full chimey shimmer when playing cleaner chords. The Zo-3 has its guitar strap buttons at the base of the guitar and on the backside of the headstock. It is not balanced as it should be.  When the Nomad version became available in the US, the strap button was moved to the top of the body right behind the neck joint, and the balance while the player is in the standing position has been greatly improved.

The blue and pink Zo models are straight-ahead electronic set ups that are easy to work when using in practice mode, or through an outboard amplifier via the 1/4" jack.  The mini switch activates the internal amplifier and turns on the red LED to indicate you are on internal mode.  When you insert a cable into the output jack, the internal amp is automatically bypassed.  You operate the guitar like a standard electric guitar and use the onboard volume control to adjust the output level.  When you remove the back plate covering the internal speaker and electronics, you notice the selection of high-quality components. Fernandes also supplies some little assembly extras, such as foam pieces set around the speaker to avoid vibration and give added protection from the surrounding electronics.    


Fernandes offers a wide variety of configurations, and my black US Nomad has a slight variation as follows:  The volume control now has a off/on click  in the "0" position. Turning the volume control forward turns the internal amplifier to the ON mode, and the red LED lights to indicate power is on. The mini 2-way switch is now a distortion mode switch on this model, with a clean and overdrive selection.  Fernandes has 3 trim pots on the internal circuit board that can be adjusted to set the master volume, normal and overdrive modes.  The other change is the addition of a second 1/8" output jack that is intended for a set of headphones for private practice.  Perhaps it may be my version, but when you insert a 1/4" cable for play through an external amp, the volume control does not go to a full "off" mode, and basically stays in an amplified version of the practice mode.  Consequently, this guitar does not fully transform from a practice/travel guitar to a stage adaptable version with the same ease as the Zo Japanese original.  Of course, this guitar was designed with travel/impulse use in between sessions with your performance guitars.  I would assume that Fernandes was trying to continue to develop this guitar as an ultimate practice guitar, and not try and compete with the full size performance guitars.    

The sonic quality of the built-in amp on the Zo-3 is louder and cleaner than I expected - a good basic amp that will give the player a noise-free, clean, honest response with enough power that will not hide or color a player's style.  As a practice guitar set-up with the built-in amp, it's perfect for private practice sessions, or small gatherings where an outboard amp is not practical or available.  It does what was intended, with cool styling that will turn a lot of heads.  If I were to suggest any upgrade to the Nomad/Zo, I might suggest a second pickup for more tone variety - either a small single coil near the neck, OR the addition of a piezo pickup for some acoustic sounds and electric/acoustic blends!  In Japan, they offer magnetic pickups, OR piezo, but not both on the same Zo guitar. 

Seek out and consider adding this guitar to your collection.  The Japanese Zo-3 will have a strat-type volume control that matches the color of the body in most cases.  The American Nomad will generally use a smaller nickel chrome volume knob.  The Fernandes decals are also different on the Japanese and the American versions. (the Zo-3 headstock is pictured with a light blue color, and the Nomad is pictured with a black color finished headstock)
I play this guitar daily, and its small size makes it easy to leave out in a room to make a quick practice session very convenient.  Fernandes has also priced this guitar in an affordable range, less than $500 new, and used street prices find the Japanese Zo-3 guitar selling in the $150 to $200 range, while the American Nomad version sells in the $200 to $400 range  This is a much higher quality guitar than the price would indicate! 

As most musicians, I will continue the never ending quest of adding another guitar to my musical instrument collection. My goal for the future is to to obtain the full sized Fernandes Dragonfly with Sustainer.....(Hope my wife doesn't find out!)

John W. Sather
aka: jwsoundguy

quinta-feira, 1 de março de 2012

Jogo da vida


Nossa...já sabia que crescer trazia várias responsabilidades que quando se é mais novo só se pensa (pensava) em poder dirigir, assitir filmes para maiores de 18, não dar satisfações pra ninguém e ter dinheiro.
Bem, cresci e vi que realmente as responsabilidades triplicam, hoje em dia a novela das 9 - parodiando W. Allen - Tudo o que você gostaria de saber sobre sexo e tinha medo de perguntar - mostra de tudo e as satisfações nunca param, seja pro chefe, esposa, família, sociedade...e ter dinheiro, se for do jeito certo, se não tiver a herança da Tia rica, tem que suar cada vez mais num mercado que fica cada vez mais competitivo.
Percebi que tudo passa rápido pra caramba e me sinto abençoado pois mesmo muito cansado de uns tempos pra cá, to fe-liz pra ca-ra-lho. Vamo que vamo!!!
To no game, to no jogo!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Um olhar sobre a Paternidade

Pais Rehab from Limo Inc on Vimeo.


Cada um com seu cada qual, do jeito que dá, com suas crenças, poder aquisitivo e tudo mais porém é interessante ver a criação dos filhos por um olhar paternal.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Respeitem nossos cabelos, brancos !


Num Brasil onde a maioria das mulheres tem como um novo padrão de beleza ter cabelos alisados pelas suas escovas definitivas (as famosas chapinhas ) achei ótimo a Miss Universo ter sido a Angolana, Leila Lopes.
Serve também para mostrar que o padrão globo de novelas e seriados, onde mais uma vez a maioria das mulheres ditas "lindas" são de pele clara, olho claro e também de cabelo liso, não é um padrão universal.
Leila Lopes era a única das candidatas com chance de ganhar que usava cabelos presos.
Gostaria de ver um dia uma Miss Brasil negra.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

11 de Setembro, Outubro, Novembro...


Penso que toda lembrança ou sentimentos ruins nos traz ensinamentos muito fortes e que dificilmente esqueceremos um dia, se é que precisa ser esquecido, se é que precisa ser um trauma, um fardo, um arrependimento...depende de vários fatores. O que nunca podemos deixar de celebrar são as nossas vidas, nós que ainda que de passagem aqui ainda estamos e devemos seguir e da melhor maneira possível.

domingo, 14 de agosto de 2011

O que é Dia dos Pais ?

Seria comprar uma camiseta Pólo, levar flores no cemitério, dar um telefonema porque se está longe, fazer as pazes por uma briga que vem de anos (???)...não sei!
Só sei que ser filho e pai é uma coisa totalmente diferente, ao menos de tudo que tinha sido pra mim nesses 34 anos de vida.
Mãe e Pai pra mim é quem chega junto, que ouve e dá conselhos e sofre enquanto não chega em casa ou enquanto a cria tem um emprego que lhe dê total autonomia porque a tal dependência...acho que esse é um contrato velado entre pais e filhos que não se diz, não se admite, não se assina mas ninguém abre mão totalmente.
Enfim, eu to feliz (com a coisisinhamaislindinhaefofuchadetodas) e espero que vcs todos tb estejam...vamoqvamo !!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

O crime tem cara ?



Nesse caso o crime tem! Você pode ser idiota sem ou com um Porsche a 150 km/h pelas ruas de São Paulo. A diferença que sem o carro você pode achar que o " farol estava aberto pra ele " e com o carro, ainda nessa velocidade...a gente sabe o que acontece! Cadeia nele!
http://glo.bo/ncWPmX

terça-feira, 5 de julho de 2011

Buááá ou búúúa ?


Ainda acredito que dar de mamar e trocar fraldas é um eterno aprendizado! hahha

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O tal do conteúdo

Vejo em determinados blogs que leio pelo mundo afora falar sobre o tal do "conteúdo".
Tem gente que usa a Internet só pra se informar e ler, outros fazem apenas a árdua tarefa do copy/paste sem sequer colocar sua própia opinião e por fim tem gente que questiona tudo, a perda de tempo, inclusive, que é traçar algum parâmetro nesse mundo virtual.
Várias vezes eu me sinto um tanto mal de não colocar o crédito da foto que já peguei do blog que pegou sabe deus de onde...mas copyright hoje em dia tem sido uma questão bem difícil de se chegar em comun acordo. Até onde vai o direito intelectual do autor, desde quando ele é sampleado, mostrado, citado ?
Fato é que cada um lê o que quer, escreve o que quer e infelizmente (na maioria dos casos) não para mais de 5 minutos em uma página na Internet. Resultado ? Temos uma sociedade imediatista e incapaz de refletir sobre um texto, resenha, banda...sempre achando que é parecida com alguma coisa e colocando o que acha no tweeter para os amigos.
O tempo que cada um leva para absorver uma coisa é único mas agora não dá pra achar que só porque se sabe escrever pode-de falar com um mínimo de propriedade, sobre qualquer coisa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Precisa-se: luz no fim do túnel

Novela, futebol e Carnaval já não deixa o Brasileiro inerte a tanta merda à sua volta.
O regime militar tentou, a rede Globo tentou e até conseguiram êxito por várias décadas e mesmo com o nosso sistema público educacional ser um desastre e a maioria de nossos políticos não querendo mexer em nada disso, não dá mais! Nem com Copa do Mundo e Olímpíadas dá mais pra enganar.
A feira (essa de legumes e frutas tão essenciais pra gente) tá um absurdo de cara, os aluguéis de uma maneira em geral estão muito além do viável, o S.U.S. ainda é uma porcaria e sendo assim nos sobra pagar mais ainda (de novo) por uma "suposta" atenção maior dos médicos em planos de saúde que pipocaram aos montes nos últimos anos e mesmo assim não temos a certeza se seremos bem atendidos, a violência...
Não é uma visão pessimista, de forma alguma, é apenas a realidade de mais um de muitos que não suporta mais não ter retorno algum dos Impostos pagos ano a ano, mês a mês, dia após dia.
Precisa-se: luz no fim do túnel. Tratar: com 90% dos lares da Nação!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

E assim foi

É muito difícil para um artista, ator, jogador de futebol, enfim, pessoas que são movidas ou ao menos cercadas de aplausos em arquibancadas, boates e teatros, parar em difinitivo com sua carreira profissional.
No caso do que eu vi hoje, um pouco após as 13 horas, foi mais uma prova disso: Ronaldo (fenômeno) anunciava em meio de lágrimas que pra ele (e seus joelhos) não dava mais pra continuar como jogador de futebol.
Foi breve a carreira nele no Timão, apenas 2 títulos e um sonho que novemente foi interrompido (maldita Libertadores!) mas sua história em tantos outros clubes, além de ser o maior goleador em Copas do Mundo, foi maravilhosa.
Como ser humano acredito que todos nós erramos algum dia e não cabe a nós julgamento mas como jogador ele foi sublime quase que em toda a sua carreira.
Sei que muitos jogadores fantásticos passam pelos clubes e depois que se aposentam são esquecidos pela sua torcida mas acredito que com ele será diferente, apenas porque ele é e sempre será: Ro-nal-do!